sábado, 26 de abril de 2008

História do Software Livre

Software Livre : Passado, presente e futuro

Resumo

O software livre nasceu há aproximadamente três décadas e poucos apostavam no seu sucesso de início, mas ele se superou e desde o "nascimento" vem crescendo e sendo mais requisitado por organizações de todos os níveis. Hoje em dia o software livre já é a grande aposta para o futuro.

Introdução

Este trabalho trata da história do software livre, contando a evolução desde a sua criação até os tempos atuais, e fala das expectativas para o futuro. Também são citadas experiências da utilização de programas com codificação aberta, e através destas, demonstrar a evolução que o software livre sofreu juntamente com os benefícios por ele oferecidos à grandes e pequenos empreendedores ou até mesmo simples usuários.

Conteúdo

O conceito de software livre não está diretamente relacionado à questões financeiras, assim como muita gente pensa. Este "solidifica" as idéias de liberdade, que dividem-se basicamente em quatro categorias.

  • Liberdade de executar o programa como quiser
  • Liberdade de estudar o código fonte
  • Liberdade de redistribuir cópias livremente
  • Liberdade de aperfeiçoar o código fonte

Esses conceitos são difundidos há anos, pois a sociedade até hoje ainda associa software livre à software gratuito, o que não é necessariamente verdade.

O software livre foi criado no início da década de 80, por Richard Stallman, um pesquisador do Laboratório de Inteligência Artificial do MIT. Este também fundou a FSF(Free Software Foundation), uma organização com o objetivo de apoiar o movimento dos softwares de código livre.

De início eram poucos que acreditavam numa evolução de softwares que seriam criados e manipulados livremente por qualquer pessoa. Era uma idéia que vinha tornando-se realidade graças a alguns hackers e não tinha muitos adeptos.

Mas a situação foi invertendo-se com pó passar do tempo. A economia foi um ponto muito influente na adoção do software livre. Rapidamente programas novos foram criados, e códigos já existentes aperfeiçoados. Assim percebeu-se que alguns softwares que exigiam licensa proprietária já poderiam ser substituídos por softwares livres, e de maneira mais econômica.Grandes exemplos são :

  • Apache – servidor web conhecido mundialmente
  • Open Office – ótimo pacote de ferramentas de escritório

A questão do software livre muitas vezes ser gratuito traz dúvidas sobre sua "sobrevivência" no futuro. Mas esta questão não deve ser tão preocupante, já que programas de código aberto não priorizam benefícios na sua venda e sim na produção nacional, o Brasil passaria de mero consumidor a produtor e exportador de tecnologia, e na assistência técnica aos usuários. Além disso para o software livre continuar existindo basta que a comunidade de adeptos continue na defesa do projeto. Com relação a produção nacional, esta seria beneficiada na utilização destes programas, pois os recursos economizados teoricamente seriam investidos na indústria de tecnologia.

Países como Índia, Venezuela e França são exemplos a serem seguidos, estes buscam a implementação do software livre em programas governamentais. O Brasil está neste caminho, já existem várias empresas que aderiram a política do código aberto e algumas delas são a Varig, Embrapa, Petrobrás, Pão de açúcar, Casas Bahia, e também alguns órgãos da administração federal.

O México também é um exemplo a ser seguido, o que realmente aconteceu, e aqui no Brasil. Trata-se do programa que disponibiliza uma rede em sistema Linux para escolas municipais em Porto Alegre, baseado em um programa mexicano pioneiro, o Red Escolar Linux. Segundo Gary Chapman, para o México tornou-se impraticável economicamente qualquer alternativa que não utilize software livre.

Já que o contexto trata da influência do México no Brasil, vale citar a Conferência Latino-Americana e do Caribe sobre o Desenvolvimento e Uso do Software Livre, em 2005, sob o comando da UNESCO, e tinha o objetivo de promover o intercâmbio de experiências na aplicação do software de código aberto em benefício do desenvolvimento econômico e social da região. Outro evento importante foi a cúpula da Sociedade da Informação, em Brasília no final de 2003 com representantes da ONU.

Mais um projeto interessante, de autoria do deputado Wagner Pinheiro(PT-BA) foi apresentado no Congresso Nacional em 1999. Este obrigava a preferência por softwares livres em instituições públicas.

Atualmente foi feita uma pesquisa pelo Instituto Sem Fronteiraspara identificar a utilização do software livre nas empresas brasileiras, e o resultado mostra que 53% delas utiliza os programas de código aberto. Mas o que realmente surpreendeu na pesquisa foi descobrir que são grandes empresas que mais fazem uso do software livre. No Brasil são 73% delas contra 31% das pequenas empresas.

No quadro atual esta é a situação do software livre, tendo cada vez mais participação na sociedade. No futuro, isto tende a crescer pois ele está sendo adotado por todos os tipos de organização de maneira acelerada. Hoje em dia já se faz uso da expressão "O software livre é o futuro" baseado nas organizações que estão migrando seus sistemas proprietários para algo que elas mesmas tenham controle e decidam qual o próprio limite.

Conclusão

Atualmente percebe-se a grande evolução do software livre que tende a dominar a área de software no que diz respeito a suprir as necessidades dos seus usuários. Com o passar do tempo sua requisição aumentará já que possibilita a descoberta de seus próprios limites por parte do usuário.

Referências

http://www.webartigos.com/articles/5479/1/software-livre--passado-presente-e-futuro/pagina1.html



sexta-feira, 25 de abril de 2008

E-COMMERCE E E-BUSINESS

O e-commerce ou comércio eletrônico é o conjunto de atividades comerciais que acontecem on-line, ou seja, é a prática de negócios on-line, que utilizando o poder da informação digital, têm como objetivo projetar e satisfazer as necessidades dos clientes. Assim sendo, o mesmo estende as transações comerciais para além da estrutura de tratamento interno da organização, ligando eletronicamente os processos de negócio das empresas com todos os intervenientes na cadeia de valor – fornecedores, empresa, canais/parceiros e clientes/consumidores.

Ao romper barreiras geográficas e temporais, a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados, informações, decisões e conhecimentos de forma rápida, entre si e também com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a ser cada vez menos relevantes.

Situação Atual

Cerca de 90% das empresas tem atualmente algum tipo de presença na Net. Uma parte expressiva delas tem apenas a chamada "Presença Institucional", ou seja, um site que mostra o que é a empresa, suas atividades, produtos ou serviços prestados, localização, telefone para contatos, etc. Uma espécie de folheto eletrônico de divulgação da empresa. Outras, porém, permitem a compra/venda de produto e prestações de serviços on-line. Contudo este tipo de atividades comporta ainda alguns entraves ao seu desenvolvimento:

No caso dos potenciais compradores/consumidores

Nível cultural e hábitos de compra

O fator cultura é bastante importante, pois pode servir de entrave à proliferação de novos meios de comércio. O nível cultural pode influenciar os hábitos de compra e culturas mais fechadas, são normalmente avessas a inovações de grande suporte, como é o caso do e-commerce.

Pouca experiência dos consumidores/compradores

Apesar da grande divulgação da Internet nos últimos anos e do aumento do número de utilizadores, verificamos que a Web ainda é um universo desconhecido para uma grande massa populacional. Este fator é um entrave à proliferação na Net como mercado eletrônico.

Insegurança dos consumidores/compradores

O ato de comprar é um ato comportamental. A compra on-line é um comportamento novo, um hábito que não está ainda consolidado para a maior parte dos utilizadores da Web, sendo a aquisição desse hábito, um processo dinâmico que leva algum tempo até ocorrer. Existe ainda uma certa insegurança, por parte dos consumidores, no que respeita à aquisição de produtos via Internet, especialmente quando esses mesmos produtos comportam um elevado valor monetário e sentimental.No caso das empresas

Web performance

O principal entrave que se coloca ás empresa que operam on-line, é sem dúvida a necessidade de tecnologias e de um modelo de negócios que lhes permitam desempenhar um melhor desempenho ao nível do e-commerce. O software de segurança para a realização de transações on-line, assume uma grande importância visto que à medida que são introduzidos programas mais sofisticado, quer ao nível de encriptação de dados (pessoais, cartões de visa...), quer ao nível de proteção das bases de dados das próprias empresas, se verifica um incremento da confiança dos internautas no sistema de transações on-line.

Regulamentos jurídicosExistem regulamentos jurídicos que colocam alguns entraves ao desempenho do comércio eletrônico.

Fatores Críticos de SucessoRedução dos custos:

Redução do tempo nos processos de compra
Redução de erros de processamento, através de transações eletrônicas.
Redução dos recursos físicos e humanos envolvidos

Redução no tempo de acesso ao mercado de bens e serviços:

Comprimir a cadeia de valor através da transferência eletrônica de informação e da realização
Realização automática de transações
Melhorar o cash flow através de pagamentos eletrônicos

Melhorar o serviço ao cliente:

Melhorar a oferta ao consumidor adequando as condições de venda aos novos modos de vida e de trabalho
Reagir mais rapidamente às necessidades dos consumidores através da redução do tempo de processamento das transações
Melhor o alinhamento da oferta de serviços às necessidades do cliente

Alcançar novos clientes

Estabelecer presença em mercados e segmentos geográficos que não estavam disponíveis
Explorar canais novos e emergentes através do fornecimento de um serviço integrado
Recolher informação para melhorar o planeamento de CRM e marketing

Perspectiva futuras

Para fazer face à situação que atualmente ainda se coloca como seja a fraca divulgação da Internet como meio de compra, será necessário programar uma série de mecanismos que permitam ultrapassar os problemas se colocam à proliferação e desenvolvimento de e-commerce. A falta de segurança ainda sentida deverá ser combatida através de ações que divulguem uma imagem de total segurança nas transações via Internet. Esta situação é conseguida através de um esforço de investimento, por parte das empresas, em tecnologias e software que deixem transparecer uma imagem de segurança aos consumidores. A partir da primeira compra, sentindo a comodidade e a facilidade de comprar pela Internet, é natural que os compradores se sintam mais à vontade e abertos a este novo hábito, efetuando assim as suas compras com mais regularidade. Assim sendo, os novos hábitos de compra vão-se espalhando à medida que mais pessoas se vão sentindo à vontade no ambiente virtual, o que desencadeia um acesso cada vez maior a este novo meio de compra.

Por outro lado, as empresas necessitam de desenvolver estratégias que permitam aumentar a sua web performance, atuando essencialmente ao nível do web design, web price, web CRM e web promotion, através de adesão de modelos de negócios dirigidos para cada setor de atividade e que vá de encontro à performance esperada pela empresa.

E–business

Conceitos e Classificações

E-business, ou negócio eletrônico é uma definição mais ampla de comércio eletrônico que inclui a compra e venda de produtos pela internet, atendimento a clientes, colaboração com parceiros de negócio e a coordenação de transações comerciais organizacionais internas. Contudo, quanto à interação, e–business pode ser classificado em:

B2c(business to consumer): transações caracterizadas pela compra de produtos a partir de lojas virtuais. Compras de livros e CDs são exemplos tradicionais.

B2B (business to business): é caracterizado por transações efetuadas diretamente entre empresas. Um exemplo seria o disparo de um pedido de compra diretamente no fornecedor, feito pela empresa cliente.

B2B2C (business to business to consumer): consiste em ter um atacadista que vende para o distribuidor, que por sinal vende para o consumidor final, naturalmente no meio digital.

C2B (Consumer to business): Indivíduos usam a internet para vender seus próprios serviços. Um exemplo seria uma pessoa física em busca de uma nova oportunidade de trabalho, enviando seu currículo para diversas organizações.

m–commerce: caracterizado por negócios eletrônicos gerados a partir de dispositivos móveis, como o telefone celular. Ingressos para filmes, entradas para teatro já estão disponíveis. Com a chegada dos aparelhos coloridos com suporte a vídeo, o usuário passa a possuir outras opções de compra de serviços que não sejam jogos e ringtones. Vídeos, papéis de parede e outras formas de entretenimento também são vendidos para estes aparelhos.

C2C (consumer to consumer): os clientes compram e vendem diretamente de outros clientes, por meio de um espaço comum. Sites de leilão eletrônico são exemplos desta natureza.

B2E (business to employee): as organizações podem utilizar a internet como canal direto com seus próprios empregados. Portais departamentais e intranets são exemplos de iniciativas deste tipo.

e–learning: é a utilização do ciberespaço para ampliação do conhecimento ou a realização de treinamentos formais virtuais. Têm sido uma área em expansão no Brasil.

e–governement: o governo, enquanto entidade, compra produtos e serviços eletronicamente.Diante destas classificações, a equipe responsável por estes projetos enfrenta uma série de desafios, que são determinantes para o sucesso da aplicação.

Desafios

Toda equipe envolvida em um projeto de e–business deve estar atenta para os fatores críticos proporcionados por esta abordagem. Os desafios neste ambiente dinâmico podem ser classificados em cinco categorias:

Estratégico: os desafios devem ser observados em um horizonte de tempo de médio ou longo prazo. Assim, o cuidado com a tecnologia é fundamental, assim como esclarecer a missão, os objetivos, e o método utilizado pelo projeto. Um plano de negócio é o melhor instrumento para reunir todas as preocupações relacionadas a este problema e esclarecer qual será o modelo de negócio adotado.

Gerencial: reunir a equipe com as pessoas certas é, em dúvida, o maior desafio gerencial. Além de ter que vender a idéia para a alta direção, o gerente de projeto deve dedicar atenção específica na formação da sua equipe. Pessoas de marketing, ciência da computação, psicologia (para análise do comportamento), administração, finanças e economia são indispensáveis em qualquer equipe.

Marketing: divulgar o produto é essencial e hoje os mecanismos de busca se tornaram a porta de entrada para os usuários. O Google domina 41% das buscas na internet, seguido pelo Yahoo e pelo MSN. Aparecer nas primeiras posições por buscas por seu produto, seja ele mercadoria ou serviço, é essencial.

Tecnológico: escolher qual a tecnologia a ser utilizada pauta a necessidade de recursos para a manutenção. A equipe deve sempre considerar soluções já existentes, de preferência de código aberto, e trabalhar em adaptações para o seu ambiente.

Financeiro: como medir o risco envolvido em um projeto de e–business? Pessoas, tempo e tecnologia são exemplos importantes de fatores de risco. Os modelos financeiros disponíveis como o CAPM e APV quase sempre se demonstram ineficientes. O mais indicado seria o uso de redes neurais, da inteligência artificial. Para tanto, além de conhecimento matemático, é necessário ter a disposição uma série histórica de indicadores de projetos similares, usados na "calibragem" à rede.

Tendências

Modelos de negócio baseados em propaganda já entraram em colapso há algum tempo. Entretanto, atrair a audiência é uma estratégia interessante, principalmente para as empresas de serviço, e o conteúdo é o ponto chave. Com a atual geração de mecanismos de busca, quase todo o conteúdo de um site é indexado, e a importância deste site (o "pagerank" no google) determina se a empresa vai aparecer "bem" ou "mal" em mecanismos de busca. Pesquisas recentes apontam que mais de 90% das pessoas não passam das dez primeiras opções recuperadas pelos mecanismos de busca em uma consulta. Empresas especializadas em "Marketing" em máquinas de busca estão surgindo rapidamente.
Para as empresas que vendem produtos físicos, a estruturação dos dados na internet é uma ameaça. Atualmente é necessário um grande esforço por parte de um agente inteligente (e, conseqüentemente, do programador deste) para recuperar um preço em uma página web, a fim de fazer comparações com outros sites. Entretanto, com a web semântica e o aumento do uso de xml, haverá uma explosão de agentes, ou robôs, varrendo sites na web e comparando preços, (no que diz respeito ao setor comercial) ou extraindo informações de sites jurídicos ou do "diário oficial" (no que diz respeito ao setor de serviços).

Referencias: http://cadeiras.iscte.pt/Marketing//firmperformance/e-commerce.htm
http://www.fernando.parreiras.nom.br/content/view/37/42/

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Blogs Corporativos

Os blogs corporativos são um canal de comunicação entre a empresa e seus públicos que permite uma conversa bilateral e mais informal, pela própria característica do veículo. No mundo corporativo, a ferramenta pode ser explorada como relacionamento, divulgação, endosso de terceiros à reputação e imagem corporativas, os blogs corporativos são divididos em dois tipos, basicamente, internos e externos.

Os blogs corporativos externos são aqueles que a empresa publica para acesso de qualquer pessoa na Internet, com o propósito de interação externa, seja como canal de comunicação, de reforço da marca, feedback para desenvolvimento de produtos, gerenciamento de crises, relações públicas, relacionamento com a mídia, posicionamento estratégico, etc.
Já os blogs internos são canais de comunicação entre a organização e seus públicos internos, como por exemplo, para de comunicação interna, gerenciamento do conhecimento, acompanhamento de projetos e colaboração interna, integração e reforço de iniciativas de recursos humanos, etc. O blog interno pode ser uma colaboração entre membros de um projeto (blog de projeto), pode servir como uma intranet (blog como intranet) ou ainda, pode funcionar como um ouvidor interno (blog como ombudsman/ouvidor).

As empresas descobriram um enorme potencial de mercado, perceberam que os blogs são um bom canal de divulgação de marcas e valores. Além disso, os blogs funcionam como um grupo de pesquisa online, sendo possível saber o que as pessoas dizem sobre a companhia, seus produtos e seus competidores.
Como conseqüência das mudanças provocadas nas empresas pelos blogs, as companhias terão que se tornar mais transparentes e os consumidores participarão mais do processo de decisão das empresas.

Um bom blog corporativo é aquele que tem assuntos interessantes, linguagem informal incentiva a identificação das pessoas e é atualizado com freqüência. As empresas devem definir a estratégia, os objetivos e o tipo de blog que a organização em questão poderá se beneficiar mais. São itens fundamentais para o êxito de um veículo desse tipo.

A criação de um blog pressupõe comprometimentos por parte da empresa e passam pela definição de que departamento ou área será responsável pela publicação e manutenção do veículo. Uma vez determinada a área responsável pela ferramenta, é importante lembrar que o conhecimento da organização, de seus valores, princípios e políticas é essencial para o gerenciamento do instrumento, além de ciência da dinâmica da blogosfera e do dia-a-dia de um blog, primando pela transparência e ética nos tópicos postados.

A definição de assuntos que serão abordados, a linguagem que será utilizada (por definição, os blogs utilizam uma linguagem mais informal), políticas de resposta aos comentários (moderados ou não) e de ação aos comentários ligados à organização são quesitos que devem ser pré-definidos antes da criação de um blog corporativo.

domingo, 20 de abril de 2008

Oração da Sabedoria

Senhor, dá-me a esperança para vencer minhas ilusões.
Plantai em meu coração a semente do amor.
E ajuda-me a fazer feliz o maior número de pessoas possível,
para ampliar seus dias risonhos e resumir asa noites tristonhas.

Transforma meus rivais em companheiros,
meus companheiros em amigos e meus amigos em entes queridos.
Não me deixes ser um cordeiro perante os fortes e nem um leão diantes dos fracos.
Dá-me o sabor de saber perdoar e afastai de mim o desejo de vingança.

Senhor, ilmuninai meus olhos para que eu veja os defeitos de minha alma e vendai-os para que eu não comente os defeitos alheios.

Senhor, levai de mim a tristeza e não a entregueis a mais ninguem.
Enchei meu coração com a divina fé, para sempre louvar o vosso nome e arrancai de mim o orgulho e a presunção.

Deus, fazei de mim um homem realmente justo.

Amém

Oração do Administrador



"Senhor, diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo; Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional; Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas."

Patrono da Administração

Belmiro Siqueira, Administrador e Professor - que dá nome ao concurso nacional que anualmente é promovido pelo Sistema CFA/CRAs, o Prêmio "Belmiro Siqueira" de Administração - é o Patrono dos Administradores, título que lhe foi outorgado "post-mortem". Atuou:

  • na área federal: funcionário de carreira, aprovado sempre em primeiro lugar em seleções a que se submeteu, inicialmente como Assistente Administrativo e Técnico de Administração, denominação primeira do que é hoje o Administrador. No DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público) ocupou vários cargos, dentre eles o de Diretor Geral nos anos de 1967 e 1968.

  • na área estadual: foi Assessor/Consultor de vários Governos, com destaque para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de Diretor da Escola de Serviço Público do então Estado da Guanabara (1966).

  • foi colunista de vários jornais, sempre escrevendo sobre assuntos ligados à sua área de atuação. Autor de vários trabalhos sobre Administração, foi professor de várias faculdades.

  • no Conselho Federal de Administração (CFA) foi eleito Conselheiro Federal em 1977 e, assim que assumiu, foi levado pelos seus pares a Vice Presidente, permanecendo até 1987, ano de seu falecimento, a 28 de novembro, em Porto Velho/RO. Na ocasião, encontrava-se no exercício do cargo de Presidente do CFA. Era mineiro de Ubá, nascido a 22 de outubro de 1921.

Campos de atuação e atividades privativas do Administrador:

De acordo com os arts. 2º da Lei nº 4.769/65 e 3º do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934/67, a atividade profissional de Administrador será exercida, como profissão liberal ou não, mediante:

a) elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de organização;

b) pesquisas, estudos, análises, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos de administração geral, como administração e seleção de pessoal, organização, análise, métodos e programas de trabalho, orçamento, administração de material e financeira, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que estes se desdobrem ou com os quais sejam conexos;

c) exercício de funções e cargos de Administrador do Serviço Público Federal, Estadual, Municipal, Autárquico, Sociedades de Economia Mista, empresas estatais, paraestatais e privadas, em que fique expresso e declarado o título do cargo abrangido;

d) o exercício de funções de chefia ou direção, intermediária ou superior, assessoramento e consultoria em órgãos, ou seus compartimentos, da Administração pública ou de entidades privadas, cujas atribuições envolvam principalmente, a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração;

e) magistério em matérias técnicas do campo da administração e organização.

Parágrafo único. A aplicação do disposto nas alíneas c, d e e não prejudicará a situação dos atuais ocupantes de cargos, funções e empregos, inclusive de direção, chefia, assessoramento e consultoria no Serviço Público e nas entidades privadas, enquanto os exercerem.


sábado, 19 de abril de 2008

Oração da Vida

A vida é uma oportunidade. Aproveite-a.
A vida é uma beleza. Admire-a.
A vida é um sonho. Faça que se torne realidade.
A vida é um desafio. Enfrente-o.
A vida é um dever. Cumpra-o.
A vida é preciosa. Cuide dela.
A vida é riqueza. Conserve-a.
A vida é um mistério. Explore-o.
A vida é promessa. Tenha esperança.
A vida é tristeza. Supere.
A vida é um hino. Cante-o.
A vida é um combate. Vença.
A vida é uma aventura. Conduza-a.
A vida é felicidade. Mereça-a.
A vida é vida. Defenda-a.

(Madre Tereza de Calcutá)

quinta-feira, 17 de abril de 2008

DIA MAIS LONGO


Os tempos de “escravidão “ acabaram, as mais de 12 horas que um trabalhador era sujeito a passar diariamente no emprego não são mais necessárias. A confecção manual de artigos que levava muito tempo para ser terminado o que acaretava em um encarecimento do preço do produto , foi substituída por um processo dinâmico executado por computadores.O comercio que antes era local passou a ser global, abrindo todos os horizontes que uma empresa necessita para se desenvolver e poder deixar sua marca.Todas essas modificações não poderiam se concretizar se não pela implementação da tecnologia em nossas vidas, com ela as diversas horas que muitos passavam executando uma tarefa simples hoje é possivel ser executada em segundos como em uma confecção de uma declaração qualquer onte tudo era feito manual desperdiçando tempo e dinheiro, hoje pode ser feita quase que automaticamente com modelos pre-definidos.E com a implementação da Internet, uma ferramente que foi desenvolvida com objetivos militares para se obter uma velocidade de informção e comunicação em qualquer lugar. Não se desvia muito de suas origens pois é a ferrementa para se obter informação em alta velocidade, a Internet possibilitou as empresas comercializarem seus produtos de uma forma global se adaptando cada vez mais rápido as necessidades de mercado, obtento informações de tendências e auxiliando na tomada de decisões.Os produtos passaram a ser feitos em larga escala geralmento por cumputadores programados para tais tarefas o que possibilita uma economia de tempo e dinheiro podendo assim repassar o produto com preços mais acessiveis a mais diversas classes, abrindo assim um mercado que antes era pouco explorado.A inclusão das máquinas no processo de confecção de produtos também colaborou para a diminuição da carga horária de trabalho, deixando assim o trabalhador mais livre para atuar como consumidor, abindo novas portas para serviços que antes não eram explorados por falta de procura, como os próprios servidores de internet que antes eram usadosapenas por empresas e entidades públicas, mas que hoje exatamente por essa facilidade na baixa de preços e esse tempo extra que o trabalhador dispõe muitas residências já dispõem de microcomputadores com Internet o que faz o mercado online crescer de uma forma assustadora.Em fim o principal objetivo da tecnologia é torna o dia mais longo, ou seja coisas que eram desperdiçado muito tempo podem ser feitas em segundos ou até programadas para serem feitas automaticamente, deixando mais tempo disponivel para se explorar melhro novas possibilidades de crescimento, e com o administrador não é diferente pois esté esta diretamente ligado nesse meio.